Consultor ou advogado previdenciário: qual você precisa para o seu caso do INSS?
São papéis diferentes, e um não substitui o outro
Muita gente confunde, mas o consultor e o advogado atuam em momentos diferentes do mesmo caminho. O consultor previdenciário analisa a situação, traduz o que o INSS pede, organiza a documentação e prepara o pedido ou o recurso administrativo dentro do próprio INSS. O advogado atua quando o caso precisa ir para a Justiça, com uma ação judicial. Quem é ex-técnico do INSS conhece por dentro como o pedido é analisado, e isso ajuda a montar tudo certo antes de bater na porta da autarquia.
O que o especialista faz por você antes de qualquer ação na Justiça
- Analisa se você já cumpre os requisitos do benefício, sem prometer resultado.
- Explica em linguagem simples o que o INSS vai verificar.
- Organiza o início de prova material e a documentação certa.
- Prepara o pedido no Meu INSS ou o recurso administrativo.
- Encaminha para um advogado parceiro quando o caso exige ação judicial.
Recurso administrativo não é processo judicial
Quando o INSS nega um benefício, o primeiro caminho quase sempre é o recurso administrativo, feito dentro do próprio INSS, junto ao Conselho de Recursos da Previdência Social. Esse recurso tem prazo, em regra 30 dias a contar da ciência da negativa, e não é ação na Justiça. Aqui na PREVFORO, sou especialista em direito previdenciário e ex-técnico do INSS, e é nessa fase administrativa que eu atuo. Só quando o caso precisa mesmo ir para a Justiça é que você segue com um advogado parceiro, já com tudo organizado.
Por que essa distinção protege você
Saber com quem falar em cada etapa evita gasto desnecessário e pedido mal montado. Um pedido apresentado sem a prova correta é negado com facilidade, e às vezes vira processo judicial que poderia ter sido resolvido no próprio INSS. A ideia é resolver o máximo possível na esfera administrativa, com organização e honestidade sobre as chances, e reservar a Justiça, com o advogado parceiro, para o que realmente precisa dela.
